ORQUESTRA JOHANN SEBASTIAN RIO E O PREMIADO VIOLINISTA ITALIANO DOMENICO NORDIO HOMENAGEIAM ASTOR PIAZZOLLA COM UMA NOITE PORTENHA NA CIDADE DAS ARTES – 13 DE MAIO, SÁBADO

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b Domenico e Johann chapeu

Domenico e Johann Chapeu

b Domenico Nordio close

Domenico Nordio close

bJohann Sebastian Rio e Domenico Nordio

Johann Sebastian Rio e Domenico Nordio

A Orquestra Johann Sebastian Rio traz novamente ao Brasil o violinista italiano Domenico Nordio como solista convidado do concerto que acontece no dia 13 de maio, sábado, na Cidade das Artes. O programa inclui duas peças de abertura; Ponteio (1953), do compositor brasileiro Cláudio Santoro e 2 Melodies Op.53, do norueguês Edvard Grieg, seguidas da célebre As Quatro Estações Portenhas (1965-1970), do compositor argentino Astor Piazzolla (1921-1992) – originalmente criada para violino, guitarra elétrica, piano, baixo e bandoneón.

A obra é dividida em quatro: Verão Portenho (1964), Outono Portenho (1969), Primavera Portenha e Inverno Portenho (1970). A peça não foi criada a princípio como uma suíte em quatro movimentos, mas é apontada frequentemente como um contraponto moderno da célebre As Quatro Estações, de Vivaldi.  O termo ‘portenho’ refere-se à cidade de Buenos Aires, na qual Piazzolla se estabeleceu a maior parte da vida e absorveu suas principais referências musicas ligadas ao tango e ao clássico – que mesclou aos elementos de jazz trazidos do tempo em que viveu em Nova York.

 

“Escolhemos Piazzolla porque é um grande compositor que transita entre o clássico e o popular e essa característica também é uma marca registrada da Johann. Teremos novamente o prazer em receber um dos melhores violinistas da atualidade, o Domenico Nordio. Ele esteve aqui no ano passado e gravou com a gente o vídeo A Primavera Portenha, que está no nosso canal no YouTube. Agora o público terá a oportunidade de ouvir As Quatro Estações Portenhas na íntegra, em um local com uma das melhores acústicas da América Latina, a Sala de Música de Câmara da Cidade das Artes,” comenta o violinista, maestro e diretor artístico da orquestra Felipe Prazeres.

 

O concerto integra o projeto de temporada da Johann Sebastian Rio patrocinado pela Prefeitura Municipal do Rio de JaneiroSecretaria Municipal de Cultura e empresa Rio Galeão, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

 

Os Artistas:

Domenico Nordio – Solista convidado

Um dos violinistas mais aclamados da atualidade. Apresentou-se em algumas das salas de maior prestígio mundial em cidades como Nova YorkParisMilãoLondres e Tóquio. Sempre acompanhado por orquestras de renome como London SymphonyNational de FranceAccademia di Santa Cecilia di Roma, entre outras. Muito apreciado como executor de música de câmara, Nordio participa de grandes festivais ao lado de nomes como Misha Maisky, Louis Lortie, Boris Belkin, Giovanni Bellucci, Mikhail Lidsky e Jeffrey Swann.

Seus últimos CDs incluem Respighi e Dallapiccola com Muhai Tang e Parma Filarmonica Toscanini (2013), Castelnuovo Tedesco e Casella com a Orquestra della Svizzera Italiana e Tito Ceccherini (2015). Nascido em Veneza, em 1971, foi criança prodígio e aos dezesseis anos ganhou o Concurso Internacional Viotti, em Vercelli, na Itália. Após as conquistas nos concursos Paris ThibaudViña del Mar Sigall e Marselha Francescatti, o Grand Prix Eurovision, conquistado em 1988, o lançou para a carreira internacional.

Felipe Prazeres – Diretor Artístico e fundador

Spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica (Opes) e da Orquestra Sinfônica da UFRJ,  maestro assistente de Isaac Karabtchevsky e regente da Academia Juvenil da Opes. Requisitado tanto no mundo clássico quanto nos circuitos alternativos como violinista e regente, atua em palcos de diversas cidades no Brasil e no exterior.

Há oito anos, se apresenta na série de música de câmara do Museu Vigeland, na Noruega. Representou o Brasil em Paris no ano Brasil na França, em 1996, e se apresentou na Alemanha, na Copa da Cultura, em 98.

Com o Conjunto Calíope, se apresentou em Lisboa e Badajoz (Espanha). Em 2014, atuou como solista no tradicional Festival de Inverno de Campos de Jordão, com o pianista Jean Louis Steuerman. Em 2010, participou do projeto Democlássicos, idealizado por Heloisa Fischer, em que apresentava música clássica em casas noturnas com o intuito de democratizar o acesso a este estilo musical, excursionando por cinco capitais brasileiras. Desde 2011, desenvolve trabalhos mesclando a música clássica com a música popular e a eletrônica, com o objetivo de aproximar o grande público das salas de concerto.

A orquestra: JOHANN SEBASTIAN RIO

 O nome da orquestra é uma homenagem ao compositor alemão Bach e à cidade do Rio. “Sebastian” faz referência ao padroeiro São Sebastião e a palavra bach, em alemão, significa ribeiro. A Johann Sebastian Rio é uma orquestra barroca pela sua aura leve e dançante, mas também contemporânea, e Bach é um dos compositores mais emblemáticos daquele período, tão inovador que permanece atual.

A orquestra foi criada em novembro de 2014 pelo violinista e regente Felipe Prazeres, diretor artístico do grupo, pela produtora Vanessa Rocha, diretora executiva, e pelos violistas Eduardo Pereira e Ivan Zandonade, que assinam a assessoria artística.  O objetivo é renovar o público da música clássica e diversificar as formas de apresentação, produzindo espetáculos sensoriais que integram música e imagem com recursos como video mapping, iluminação, design e interação com outras artes. A proposta é explorar vários espaços como galerias, parques, casas noturnas e produzir clipes e tesears irreverentes para a internet.

O grupo é formado por 15 músicos, todos experientes e reconhecidos entre os principais conjuntos sinfônicos cariocas e brasileiros, integrantes da Petrobras SinfônicaOrquestra do Theatro MunicipalSinfônica da UFRJSinfônica Brasileira Sinfônica Nacional.

 

Compositor:

 

Astor Piazzolla (1921-1992)

 

Compositor argentino, apontado como um dos grandes astros mundiais do tango pela revitalização que trouxe ao tradicional ritmo portenho. Filho de imigrantes italianos, nascido em Mar del Plata, cidade costeira da Argentina. Sua família mudou-se para Nova York quando ele ainda era criança, o que ampliou suas referências musicais e o colocou em contato com o jazz. Com o bandoneón dado pelo pai, ele destacou-se como solista e, de volta a Buenos Aires, tocou em diversas orquestras de renome. Dono de um estilo experimental, depois de estudar com os compositores clássicos Alberto Ginastera e Nadia Boulanger, criou movimentos clássicos com motivos de tango, obras com inflexões jazzísticas, tangos para sintetizadores e uma ópera com temática de tango. Fez parcerias com músicos americanos de jazz, com destaque para o saxofonista , barítono e compositor Gerry Mulligan (1927-1996).

PROGRAMA:

Ponteio – Cláudio Santoro

2 Melodies Op.53, do norueguês – Edvard Grieg

As Quatro Estações Portenhas – Astor Piazzolla

Músicos:

Primeiros violinos

Felipe Prazeres

Priscila Plata Rato

Fábio Peixoto

Maressa Carneiro

Segundos violinos

Márcio Sanchez

Thiago Teixeira

Ana Catto

Fernando Matta

Violas

Daniel Albuquerque 

Ivan Zandonade

André Rodrigues

Violoncelos

Marcus Ribeiro

Mateus Ceccato

Contrabaixo

Rodrigo Favaro

Serviço:

As Quatro Estações Portenhas

Local: Cidade das Artes

Data: 13 de maio (sábado)

Horário: 20h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) 10,00 (meia)

Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca.

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