QUATRO EMPRESAS MORREM POR MINUTO NO BRASIL. HÁ SOLUÇÃO?

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Uma ciência próxima, porém desconhecida pela maioria dos empresários, afirma que sim

QUATRO EMPRESAS MORREM POR MINUTO NO BRASIL. HÁ SOLUÇÃO?

Há, hoje, no Brasil, mais de 500 mil cientistas contábeis prontos para zelar pelo patrimônio das empresas.Imagem: http://www.fat.edu.br

 Depois que o governo vetou o REFIS para as pequenas empresas, mais de 600 mil empresários ficaram ainda mais atônitos, lutando para não fazerem parte da dura estatística de mais de 700 mil empresas ceifadas por ano, segundo dados do SEBRAE.

 Se por um lado a nefasta hiperburocracia estatal e fiscalização eletrônica cada vez mais eficiente exigem uma capacidade de profissionalismo nunca antes vista, o mercado é cada vez mais fugaz e volátil, com consumidores migrando de uma empresa para outra ao sabor da conveniência. Some-se a isso uma altíssima concorrência global com a internet e os meios digitais, além das grandes redes varejistas, o difícil acesso ao crédito barato, a falta de gerenciamento financeiro e capital de giro e pronto: estão à mesa todos os ingredientes desse bolo fúnebre.

 Mas, e agora, “quem poderá nos salvar?”, diria o bordão de um super-herói mexicano de uniforme colorado.

 A solução pode estar muito mais próxima do que se imagina. Isso porque há uma ciência milenar, que acompanha desde os tempos medievais os empreendedores, zelando pelo patrimônio e pela riqueza.

 Porém, essa técnica apurada de análise estava adormecida, sequestrada por anos e anos de muita burocracia, obrigações estatais e tarefas repetitivas e improdutivas.

 Ela chama-se Ciência Contábil. Você já tinha ouvido falar? E no Brasil, hoje, há mais de 500 mil cientistas, espalhados por todo o país em cada cidade onde exista uma empresa.

 Esses cientistas são, há muito tempo, a principal fonte de informação e aconselhamento para os pequenos empresários. São a eles que, segundo pesquisas, primeiro se acorrem os empresários, quando tem algum problema.

 O nome mais conhecido que se dá a esses profissionais da ciência da riqueza é contador.

 Com ajuda da tecnologia, os contadores estão, passo a passo, se livrando da hiperburocracia estatal e começando a se dedicar à ciência que pode transformar o país e levá-lo a um salto sem precedentes na história por meio do fortalecimento das empresas e dos empresários.

 Mas como isso pode ser possível?

 É simples. “Basta que a Contabilidade, presente nos balanços das empresas, seja analisada com os demonstrativos submetidos à uma bateria de exames científico-contábeis”, diz o membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, professor César Abicalaffe, estudioso da Ciência Contábil por mais de 50 anos.

 Baseado nas pesquisas do professor, que estudou milhares de fórmulas científico-contábeis, selecionou mais de 220 e desenvolveu um método de gestão buscando a máxima eficácia, os contadores, com esse arsenal, conseguem realizar um verdadeiro check-up das empresas, com exames científicos e contábeis. Sem sequer precisar visitá-las, o contador pode obter informações sobre:

 Como está a saúde financeira?

Qual risco de quebrar? Em quanto tempo?

Prever, em até dois anos, a falência;

Está sendo bom ou ruim o crescimento de um faturamento?

Se é melhor deixar dinheiro no banco ou investir em mercadorias ou matéria-prima;

É melhor pegar um empréstimo ou dinheiro dos sócios?

Se é possível lucrar mais, aumentar os ativos ou dinheiro disponível (melhorar fluxo de caixa);

De onde está vindo cada centavo da empresa e onde está sendo investido?

Saber se a empresa está vendendo com prazo adequado e se está comprando também com um prazo suficiente para não comprometer seu capital;

 De posse desses dados, extraídas da contabilidade das empresas, os empresários, contadores e consultores podem ajudar a colocar em prática orientações direto nos pontos-chave identificados, para que a empresa passe a um novo patamar de evolução.

 Há uma responsabilidade muito grande envolvida, para ajudar tantos empresários, que são responsáveis por milhões de empregos e que causam impactos diretos na economia. “Não podemos mais deixar essas empresas desassistidas”, diz Fernanda Rocha, CEO de uma startup que ajuda os contadores a levar as informações da contabilidade de uma forma a ajudá-los a gerir capital de giro, endividamento, fluxo de caixa e outros, por meio de gráficos e análises.

 Isso é tão sério que pode evitar cenas trágicas, como suicídios de empresários, que fizeram com que o professor Abicalaffe devotasse sua vida em prol dessas pesquisas.

 Segundo o professor, há dois tripés que precisam estar equilibrados e em constante atualização. O primeiro, baseado na ciência da riqueza, onde é necessário acompanhar a evolução PATRIMONIAL, ECONÔMICA e FINANCEIRA; e o outro é o tripé das capacidades TÉCNICA, FINANCEIRA e ADMINISTRATIVA. São esses dois ingredientes indispensáveis para o sucesso de uma empresa.

 Com tudo isso, para os cientistas da riqueza, que são os contadores, os tempos de arautos de más notícias, impostos, obrigações e imposições governamentais estão acabando.

 Com o uso de alta tecnologia em estado da arte e processos eficientes e automatizados, esses cientistas estão sendo cada vez mais reconhecidos como os médicos especializados na saúde das empresas, gerando impacto direto na felicidade dos empresários, no sucesso de seus empreendimentos, proporcionando, com isso, maior dinamismo econômico.

 Agora é possível fazer com que as pequenas empresas não dependam de um REFIS de tempos em tempos para salvá-las de um colapso financeiro.

 Portanto, há uma clara luz no fim do túnel para as empresas, e ela está muito mais próxima que se poderia imaginar, num verdadeiro oásis de números: a verdadeira contabilidade.

 Então, empresário, não fique parado, busque ajuda e também se capacite para ficar cada vez mais imune a essa verdadeira mortalidade infantil empresarial.

 Ronaldo Dias Oliveira, empresário contábil, Diretor da Brasil Price Gestão Contábil

 Fonte auxiliar de dados:

https://www.google.com.br/amp/s/g1.globo.com/google/amp/https://g1.globo.com/economia/noticia/por-dois-anos-seguidos-brasil-fecha-mais-empresas-do-que-abre-aponta-ibge.ghtml

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